Acelgas e alfaces



Depois de três anos cultivando posso afirmar sem dúvidas: não há horta como a de outono! A conjugação de temperaturas amenas, mas não tórridas como o verão nem muito frias como no inverno, e alguns dias de chuva são a combinação perfeita para ter bons cultivos. O único senão são os rastejantes nas suas mais variadas formas, lesmas, caracóis, lagartas e seus primos e família, obrigam a uma vistoria quase diária das plantas. E de qualquer forma umas folhinhas com umas dentadinhas são um bom indicio de uma horta livre de químicos.




E agora que levante a mão quem conhece as acelgas! Aqui na nossa zona ninguém as conhece e quando digo ninguém é ninguém mesmo! Felizmente no mercado em Lisboa a coisa muda o que é bom tendo em conta que temos MUITAS ACELGAS!!! No fim de Agosto ainda com temperaturas altas arriscamos plantá-las. Tínhamos semeado em vasinhos e as plantas estavam já muito grandes. Conseguimos que sobrevivessem ao calor à base de regar e regar e uns dois meses depois começamos a ter a recompensa em forma de gigantescas folhas de acelgas que têm feito as maravilhas da nossa cozinha: arroz de acelgas, acelgas salteadas, acelgas com grão, sopa de acelgas...




E ao lado das acelgas pusemos pela primeira vez mais de cem alfaces. Que se riam os grandes produtores que trabalham tudo aos mil mas para nós cento e cinquenta pés de alface são muitas!!! Ao seu ritmo e ao ritmo da natureza lá foram crescendo saudáveis e naturais. Esta semana começamos a sua colheita. Da nossa já não tão pequena horta, à vossa casa!





Acelgas y lechugas

Después de tres años cultivando puedo decir sin dudas: no hay huerto como el de otoño! La combinación de buenas temperaturas con algo de lluvia es perfecta para tener buenos cultivos. La única pega son los bichos como los caracoles, babosas y lagartas que nos obligan a inspeccionar el huerto cada día. Pero unas hojitas con unos mordiscos son la mejor garantía de un huerto libre de químicos.

Y ahora que levante la mano quien conoce las acelgas! Aquí donde vivimos nadie las conoce y cuando digo nadie es nadie! Afortunadamente en el mercado en Lisboa sí las conocen lo que es bueno teniendo en cuenta que tenemos MUCHAS ACELGAS!!! A finales de Agosto aun con altas temperaturas arriesgamos a plantarlas. Habíamos sembrado en vasitos y las plantas estaban ya muy grandes. Logramos que sobrevivieran al calor a base de regar y regar y unos dos meses después tuvimos la recompensa en forma de gigantes hojas de acelgas que están haciendo las maravillas de nuestra cocina: arroz de acelgas, acelgas salteadas, acelgas con garbanzos, sopa de acelgas...

Y al lado de las acelgas pusimos por primera vez más de cien lechugas. Que se rían los grandes productores que trabajan todo a los miles pero para nosotros ciento cincuenta lechugas son muchas!!! A su ritmo y al ritmo de la naturaleza han ido creciendo sanas y naturales. Esta semana empezamos su cosecha. De nuestro ya no tan pequeño huerto, a vuestra casa!!

Apresentamos o Lince!



Não estava previsto aumentar a nossa família animal. Entre as galinhas e o Alex já tínhamos suficiente. Mas a quinta é grande, a casa também e no nosso coração cabe sempre um bichinho mais!




Em Outubro fomos até Torres Novas visitar os nossos amigos da Quinta do Alecrim. A gata da quinta tinha tido filhotes e havia dois que buscavam um novo lar. Eu devo dizer que sou mais de cães que gatos mas um gatinho pequeno sempre me derrete. De modo que lá embarcamos o Lince no carro e trouxemo-lo até à Quinta Sinfonia.




A experiência está a ter altos e baixos. A maior desvantagem é o Alex que não entende que podia ter no Lince um amigo para a vida. De vez em quando lá os pomos frente a frente mas não sendo impossível que algum dia se dêem bem, acho que vai ser difícil.




De resto nada mais a apontar. A vida do gato resume-se a dormir muito, comer, passear pela quinta, isso sim no primeiro dia que chegou rapidamente apanhou um inquilino ilegal que pelos vistos habitava a nossa casa.




Também nos primeiros dias pensamos que tinha desaparecido e eu só pensava “o que é que vamos dizer aos amigos??”. Ainda fui falar com os vizinhos para ver se tinham visto um gato sem rabo (sim, não tem rabo!!) e com um lacinho de tul no pescoço (coisas de ter um animal novo em casa!!). Claro que ninguém o tinha visto porque basicamente passou todo o dia escondido atrás de um móvel.

E assim foi como inesperadamente a quinta e a família cresceram!





Os presentamos el Lince!

No estaba previsto que aumentáramos la familia animal. Entre las gallinas y el Alex ya teníamos suficiente. Pero la finca es grande, la casa también y en nuestro corazón siempre cabe un bichito más!

En octubre fuimos hasta Torres Novas a visitar a nuestros amigos de Quinta do Alecrim. La gata de la finca había tenido gatitos y había dos que buscaban un nuevo hogar. Yo soy más de perros que de gatos pero un gatito pequeñito siempre llega al corazón. Así que embarcamos el Lince en el coche y lo trajimos a la finca.

La experiencia tiene altibajos. La peor parte es Alex que no entiende que podía tener en el Lince un amigo para la vida. De vez en cuando los ponemos juntos pero creo que su relación va a ser difícil.

Por lo demás nada más que decir. La vida del gato se resume a dormir mucho, comer, pasear por la finca, eso sí apenas llegar rápidamente ha pillado a un inquilino ilegal que parece ser habitaba nuestra casa.

También en los primeros días pensábamos que se había ido y yo sólo pensaba “que vamos a decir a los amigos?”. Aun fui a hablar con los vecinos a ver si habían visto un gato sin cola (sí, no tiene cola!!) y con un lacito en el cuello (cosas de tener un nuevo animal en casa!!). Claro que nadie lo había visto porque básicamente había pasado todo el día escondido detrás de un mueble.

Y así fue como sin esperar la finca y la familia crecieron!

Obras na quinta: a rampa



Quando me pus em busca das fotos das obras da rampa dei-me conta que começamos em Março e a coisa foi-se arrastando até Setembro altura em que a demos por terminada. As coisas vão lentas mas vão avançando!!





A história da rampa é como a história daquelas estradas que num belo dia se afundam. A nossa antiga rampa estava tão mal feita que quando começamos a passar com o trator por cima, começou afundar-se. A dada altura já não dava para passar e começou a tornar-se urgente uma solução.





Aproveitamos que tínhamos que fazer uma nova rampa para dar-lhe outra orientação mais alinhada com a casa e tendo em conta de que ao lado desta rampa um dia construiremos uma cisterna de água.





Tivemos que encher a parte nova da rampa e para isso aproveitamos colunas do alpendre que deitamos abaixo, pedras que fomos encontrando pela quinta e restos de entulho de coisas que vamos demolindo.






E assim lá fomos avançando pouco a pouco porque ou nos faltava o cimento ou nos faltava a areia. Ou chovia ou fazia demasiado calor ou tínhamos uma horta para cuidar. Mas finalmente está acabada e já passou a prova de fogo que atesta que está bem feita, já passamos várias vezes com o trator e tudo está no seu sitio!






E agora que terminamos uma coisa já temos os olhos postos noutra muito interessante que vai ser feita com materiais naturais e reciclados. Fiquem atentos!!





Obras en la finca: la rampa

Cuando me puse buscando las fotos de la obra de la rampa me di cuenta que la empezamos en Marzo y la cosa se fue arrastrando hasta Septiembre momento en que la dimos por terminada. Las cosas van lentas pero van avanzando!!

Las historia de la rampa es como las historias de aquellas carreteras que un buen día se hunden. Nuestra rampa estaba tan mal hecha que cuando empezamos a pasar con el tractor, empezó a hundirse. Hasta que hubo un momento en que ya no se podía pasar y la solución era urgente.

Aprovechamos que teníamos que hacer una nueva rampa para darle otra orientación más en línea con la casa y teniendo en cuenta que al lado de esta rampa irá un día un aljibe.

Tuvimos que llenar la parte nueva da la rampa y para eso aprovechamos columnas de la pérgola que habíamos tirado, piedras que fuimos encontrando por la finca y restos de escombros.

Y así fuimos avanzando poco a poco por que o bien nos faltaba el cemento o la arena. O lluvia, o hacia demasiado calor, o teníamos que cuidar el huerto. Pero por fin está terminada y ha pasado la prueba que da fe de que está bien hecha: ya hemos pasado varias veces con el tractor y todo está en su sitio!!

Y ahora que terminamos un cosa, ya tenemos los ojos puestos en otro proyecto muy interesante hecho con materiales reciclados y naturales. Quedaros atentos!!

Produtores que gostamos: Colheitas d´Óbidos



Conhecemos o José das Colheitas d´Óbidos num mercado em Torres Vedras. O José é um homem tranquilo, pelo menos é essa a sensação que transmite e no entanto é das pessoas mais dinâmicas que conhecemos neste mundo agrícola.





Quando conhecemos o seu projeto ficamos com muito curiosidade de visitar a sua produção. O seu conceito baseia-se em que cada cliente vai à quinta e colhe o que necessita. Para além das frutas e verduras mais tradicionais, apostaram por produtos diferentes como as batatas violeta, as courgettes amarelas ou os maracujás amarelos. Para além de produzirem, dão também palestras sobre alimentação.





E se a horta, os pomares e as plantações de frutos vermelhos me deixaram fascinada o que dizer da casa de banho seca! As casas de banho secas funcionam sem água, simplesmente depois de cada utilização tem que se tirar dentro da sanita, serradura misturada com cal para evitar cheiros. Quando o recipiente estiver cheio despeja-se e o conteúdo é usado como composto. Se tinha as minhas duvidas sobre este conceito, elas dissiparam-se depois de ver a casa de banho da Colheitas d´’Obidos de modo que decidimos que vamos fabricar uma na quinta!





As Colheitas d’ Óbidos estão em A-da-Gorda a poucos quilómetros de Óbidos. Se estiverem perto e quiserem provar produtos diferentes passem por lá e façam a vossa própria colheita!







Productores que nos gustan: Colheitas d’Óbidos

Conocimos a José de Colheitas d’ Óbidos en un mercado en Torres Vedras. José es un hombre tranquilo, al menos esa es la sensación que transmite y sin embargo es una de las personas más dinámicas que conocimos en este mundo agrícola.

Cuando nos enteramos de su proyecto quedamos con mucha curiosidad de visitar su producción. Su concepto se basa en que cada cliente va a la finca y cosecha lo que necesita. Además de las frutas y verduras más tradicionales, han apostado por productos distintos como la patata violeta, los calabacines amarillos o los maracuyás amarillos. Además de producir, también hacen charlas sobre alimentación.

Y si el huerto, los árboles y las plantaciones de frutos rojos me han dejado fascinada, lo que decir del lavabo seco! Los lavabos secos funcionan sin agua, simplemente después de cada utilización se tiene que echar serrín mezclado con cal para evitar los olores. Cuando el recipiente está lleno, se echa el contenido que es usado como compost. Si tenía mis dudas sobre este concepto, han desaparecido después de ver el lavabo de Colheitas d’ Óbidos asi que hemos decidido hacer uno en la finca!

Las Colheitas d’ Óbidos están en A-da-Gorda a pocos kilómetros de Óbidos. Si estáis cerca y queréis probar productos distintos podéis pasar por la finca y hacer vuestra cosecha!

Salada Itziar

Confesso que há uma coisa que me deixa bastante irritada que é quando me dizem “que em Espanha não se come bem”, da mesma forma que ficava irritada quando em Espanha me chegaram a dizer que “o pior bacalhau que comi foi em Portugal”. Viajar a um país é também informar-se sobre a sua cultura gastronómica e não ficar somente pelo que nos servem na rua mais conhecida da cidade. Aí é provável que realmente não se goste. Viajar é também despir-se de preconceitos e provar novos sabores e ingredientes que não se utilizem tanto na nossa cultura. E às vezes não é que uma coisa seja melhor que a outra, simplesmente são diferentes e conhecer vários sabores é também uma forma de enriquecer os nossos sentidos.

E feita esta introdução e como estamos em plena época de figos secos que secamos com todo o carinho de forma natural aproveitando o sol que nas ultimas semanas tem sido bem generoso, deixo-vos com a receita da Salada Itziar que é de comer e chorar por mais! E é uma receita da gastronomia do norte de Espanha para que vejam que Espanha não é só paella e olé!




 Ingredientes (para 4 pessoas):

1 chicória (escarola)
1 alface roxa
50 g de pinhões
8 fatias de pão
4 fatias de queijo de cabra
Sésamo
Azeite virgem
Sal

Para a vinagrete

2 colheres de vinagre de Modena
4 colheres de água
4 figos secos
4 cravinhos
1 pau de canela

Preparação:

Para a vinagrete colocamos numa panela o vinagre, a água, os cravinhos, a canela e os figos bem picados. Deixamos reduzir durante 15 minutos a lume brando.

Para a salada limpamos a alface e a chicória, escorremos bem e cortamo-las fininhas. Colocamos num recipiente.

Fritamos quatro fatias de pão numa frigideira com aceite e retiramos. Cortamos as outras fatias em quadradinhos e fritamo-los no mesmo azeite. Colocamos num prato com papel absorvente. Colocamos as fatias de pão numa bandeja que possa ir ao forno e colocamos em cima de cada uma a fatia de queijo de cabra, polvilhamos com sésamo e levamos a gratinar no forno.

Colocamos os quadradinhos de pão frito no recipiente da salada, temperamos e juntamos a vinagrete e o azeite e misturamos bem. Passamos tudo a uma bandeja plana. Colocamos em cima as fatias de pão com o queijo gratinado. Torramos os pinhões numa frigideira e colocamos sobre a salada.

Bom proveito!!





Ensalada Itziar

Confieso que hay una cosa que me deja muy nerviosa que es cuando dicen “que en España no se come bien” de la misma forma que me ponía nerviosa cuando en España me han llegado a decir que “el peor bacalao que he comido ha sido en Portugal”. Viajar a un país también es informarse sobre su cultura gastronómica y no quedarse solamente por lo que sirven en la calle más conocida de la ciudad. Ahí es probable que no nos guste. Viajar es también desvestirse de prejuicios y probar nuevos sabores e ingredientes que no se utilizan tanto en nuestra cultura. Y a veces no es que una cosa sea mejor que la otra, simplemente son distintas y conocer varios sabores es también enriquecer nuestros sentidos.

Y hecha la introducción y como estamos en plena época de higos secos que secamos con todo el cariño de forma natural aprovechando el sol que en las ultimas semanas esta siendo generoso, os dejo con la receta da la Ensalada Itziar que es de comer y llorar por más!

Ingredientes (para 4 personas):

1 escarola
1 lechuga roja
50 g de piñones
8 rebanadas de pan
4 lonchas de queso de cabra
Sésamo
Aceite virgen extra
Sal

Para la vinagreta:

2 cucharadas de vinagre de Modena
4 cucharadas de agua
4 higos secos
4 clavos
1 rama de canela

Preparación:

Para la vinagreta, pon en una cazuela el vinagre, el agua, los clavos, la canela y los higos bien picados. Deja reducir durante unos 15 minutos a fuego suave.

Limpia la lechuga y la escarola, escúrrelas, pícalas y colócalas en un bol.

Fríe 4 rebanadas de pan en una sartén con aceite y retíralas. Corta las otras rebanadas en taquitos y fríelos en la misma sartén. Escurre sobre un plato cubierto con papel absorbente de cocina. Pon las rebanadas de pan en una placa de horno, coloca encima de cada una, una loncha de queso de cabra, espolvorea con el sésamo y gratina en el horno.

Añade los costrones de pan frito al bol, sazona, agrega la vinagreta y el aceite y mezcla bien. Pasa todo a una fuente plana. Coloca encima los trozos de pan con queso. Tuesta los piñones en una sartén y espolvorea sobre la ensalada.

Buen provecho!!

Sair de casa #12



Como certamente as primeiras chuvas não nos vão impedir de sair de casa aqui vos deixo quatro sugestões de atividades.

No próximo sábado realiza-se uma caminhada do Turcifal (Torres Vedras) a Bucelas, ao longo dos Fortes das Linhas de Torres. São 43 km com quatro pontos de descanso.




E ainda em Torres Vedras e dentro do Programa “+ saúde: Hábitos e Estilos de Vida Saudáveis” realiza-se no próximo domingo a partir das 10.00 h um workshop de cozinha para crianças no Mercado de Torres Vedras.





E viajamos até Arruda dos Vinhos onde até ao dia 28 de Outubro podem assistir à Exposição de Fotografia de Luis Viegas Mendonça na Galeria Municipal.





De 14 até 16 de Outubro realiza-se no Clube Recreativo e Desportivo Arrudense e Auditório Municipal o festival de curtos, Curt’Arruda onde para além de mostras de cinema haverá também concertos.

Bom fim de semana!





Salir de casa #12

Seguro que el tiempo de otoño no os impedirá salir de casa así que os dejo cuatro sugerencias de actividades.

El próximo sábado se realiza una caminada desde Turcifal (Torres Vedras) hasta Bucelas, al largo de los Fuertes de las Líneas de Torres. Son 43 km con cuatro puntos de descanso.

Y aun en Torres Vedras y dentro del programa “+ salud: Hábitos y estilos de Vida Sanos” se realizará el próximo domingo a partir de las 10.00 h un taller de cocina para niños en el Mercado de Torres Vedras.

Y viajamos hasta Arruda dos Vinhos donde hasta el 28 de Octubre podéis asistir a la Exposición de Fotografía de Luis Viegas Mendonça en la Galería Municipal.

Del 14 hasta el 16 de Octubre se realiza en el Clube Recreativo e Desportivo Arrudense e Auditório Municipal el festival de cortos, Curt’Arruda donde además de muestras de cine habrá también conciertos.

Buen fin de semana!

Tarte de abóbora e gengibre



Há anos que tinha esta receita e nunca me tinha atrevido a prepará-la. Um grande erro porque é a tarte perfeita para uma tarde de outono!




Ingredientes:

Para a massa:

250 g de farinha
150 g de manteiga cortada aos bocados
Água muito fria
4 colheres de açúcar

Para o recheio:

2 chávenas de puré de abóbora
8 colheres de açúcar louro
375 ml de nata
2 ovos
3 colheres de farinha
1 colher de chá de canela moída
2 colheres de chá de gengibre em pó
½ colher de chá de noz moscada


Primeiro preparamos a massa misturando a farinha com o açúcar e a manteiga até conseguir uma textura de migalhas. Acrescentamos água suficiente para conseguir uma massa mole. Amassamos, envolvemos em película e levamos ao frigorífico durante 30 minutos antes de colocá-la na forma.

Forramos um molde de 25 cm de diâmetro. Com um palito picamos a base da massa, forramos com papel de forno e enchemos com arroz. Levamos ao forno 5 minutos, retiramos o peso e deixamos 5 minutos mais até que se dore.

Entretanto preparamos o recheio. Misturamos o puré de abóbora com o açúcar, as natas, os ovos e a farinha bem como todas as especiarias. Misturamos bem e colocamos o recheio na forma, em cima da massa.

Levamos ao forno a 180 graus durante 25-30 minutos.

Pode-se acompanhar com nata montada.


Fazer puré de abóbora: o meu método preferido pela rapidez, é no microondas. Para isso descascamos e cortamos a abóbora em bocados pequenos. Colocamos esses pedaços num recipiente que possa ir ao microondas com umas quantas colheres de água para que faça vapor e tapamos com película transparente. Cozinhamos à máxima potencia durante uns 10 minutos (o tempo depende da potencia do microondas). Deixamos arrefecer e trituramos a abóbora.


Aproveitem a época das abóboras para prepararem esta deliciosa tarte! Em casa rapidamente voou...





Tarta de calabaza y jengibre

Hace años que tenía esta receta y nunca me había atrevido a prepararla. Un gran error porque es la tarta perfecta para una tarde de otoño.

Ingredientes:

Para la masa:

250 g de harina
150 g de mantequilla cortada en trocitos
Agua muy fría
4 cucharadas de azúcar

Para el relleno:

2 tazas de puré de calabaza
8 cucharadas de azúcar moreno
375 ml de crema de leche
2 huevos
3 cucharadas de harina
1 cucharadita de canela en polvo
2 cucharaditas de jengibre en polvo
½ cucharadita de nuez moscada


Primero preparamos la masa mezclando la harina con el azúcar y la mantequilla hasta lograr una textura de migas. Añadimos agua suficiente para conseguir una masa blanda. Amasamos, envolvemos en film y llevamos a la nevera durante 30 minutos antes de ponerla en el molde.

Forramos un molde de 25 cm de diámetro. Con un palito picamos la base de la masa, forramos con papel de horno y llenamos de granos de arroz. Llevamos al horno 5 minutos, retiramos el peso y dejamos 5 minutos más hasta que se dore.

Mientras tanto preparamos el relleno. Mezclamos el puré de calabaza con el azúcar, la crema de leche, los huevos, la harina bien como todas las especias. Mezclamos bien y ponemos el relleno en el molde, en cima de la masa.

Llevamos al horno a 180 grados durante 25-30 minutos.

Se puede acompañar con nata montada.


Para hacer el puré de calabaza: mi método preferido por su rapidez, es en el microondas. Para eso pelamos y cortamos la calabaza en trozos pequeños. Colocamos esos trozos en un bol que pueda ir al microondas con unas cuantas cucharadas de agua para que haga vapor y tapamos con film transparente. Cocinamos a máxima potencia durante unos 10 minutos (el tiempo depende de la potencia del microondas). Dejamos que se enfríe y trituramos la calabaza.


Aprovechad la temporada de calabazas para preparar esta deliciosa tarta!! En casa rápidamente desapareció...